lundi 29 mars 2010

À la prochaine

Foda-se.

dimanche 28 mars 2010

Sans cesse

Amor. Ai, eu vim. Eu vim de novo falar sobre amor.
Porque amor é esse desencadeiamento de sensações que te trazem pra tão perto de mim. Não é só por uma pessoa que amor cresce e cresce e vira um pé de batata na sua geladeira (!), mas amor é o que me deixa tão nervosa por te ver, a deriva, nesse mundo que não é pra pessoas como você. Que sentem.
Ai meu amor! Se eu pudesse gritar com todo o ar dos pulmões o quanto eu te quero bem! Ah, se eu pudesse me envolver com a sua carne, seu ar, seu jeito, seu gosto, seus sentimentos e tudo mais que esses poemas baratos falam por aí.
Meu benzinho, amor é amor (e o lance é o lance rê). E o meu amor é cada vez mais crescente e cada vez mais fraterno. Eu quero te proteger a todo custo. Nada que eu faço é pra te magoar, é só seu carinho e amor que me movem e, ora bolas, o que seria de mim sem ele?
Te quiero, sempre. (:

Rendre

samedi 20 mars 2010

Banal



Quando você se sente imprestável a ponto de decepcionar as pessoas que levou tanto (ou tão pouco) tempo para cativar.

jeudi 4 mars 2010

Révolté


A gente só se dá conta de certas coisas quando estas chegam a acontecer. Esses dias tava pensando em como eu me sinto mal por querer fazer certas coisas que me censuro. Sabe, as pessoas não são complicadas, a gente que complica elas. Somos nós que esperamos que elas venham falar conosco, e que nos dêem sorrisos primeiro, que nos abracem e digam que nos amam. Espero tanto, mais tanto que no final só resta decepção. Porque, se nós não tomamos iniciativa, estas deveriam tomar?
Tem sempre aquela coisa de "não deixa pra amanhã o que você pode fazer hoje", mas será que realmente conseguimos não postergar as coisas?
Pelo medo, pela timidez, pelo constrangimento, pela dor, pela raiva e até pelo amor. Viver em si é um postergamento eterno.
Esses dias em que eu tenho ficado em casa, curtindo o frio e leite quente fiquei me lembrando de umas coisas bem bem antigas. De uns sentimentos enterrados e lacrados por serem feios e ruins demais. Bem ou mal acabei por sentindo-os de novo e me perguntei porque eu não podia logo deixar claro minhas angústias pras pessoas entenderem que estão me machucando. E, sinceramente, das vezes que eu tentei e deixei explícito, elas não ligaram. Não que eu espere que liguem! Eu acho que cada um é cada um e tem o direito de fazer o que bem entender. Mas certas pessoas - inclusive certas pessoas que eu amo demais e considero amigas - me doem de ficar perto delas. E às vezes me pego perguntando a mim mesma se é esse o tipo de amizade que eu quero.
E não só isso como as relações novas também. Todas sempre tão gostosas no início até que você descobre que a pessoa em questão também tem defeitos (oh! quem diria!) e dai vem sempre a opção de superar ou não isso. Óbvio que sempre pode ter muito orgulho, medo, indignação, decepção e outras coisas no meio, mas superar ou não vai sempre pelo quesito 'estar bem ao lado da pessoa'. Muitas vezes, no entando, a decepção e a intolerância podem superar o 'estar bem' - como é o caso de uma relação minha haha.
De qualquer forma, pessoas, relações e sentimentos nunca serão perfeitos e gostosos de sentir. O importante é sempre tentar se manter bem, guardar, realmente, certos ressentimentos e se algo te faz mal, tentar abolir isso, por mais difícil que seja.

Eu ainda ia falar de paixões platônicas mas vou deixar pra outro post haha.

mardi 2 mars 2010

lundi 1 mars 2010

Rapidement


Às vezes as pessoas vem e vão tão fácil. E nós nos apegamos tão fácil. Só o que não é fácil é lidar com a dor depois.